
O Campus Pedro II desenvolveu o projeto de extensão em educação ambiental “Polinizando Aprendizagens: Educação ambiental e consciência ecológica utilizando abelhas nativas como modelo educacional”, que envolveu 37 alunos concludentes do curso superior de Ciências Biológicas e, aproximadamente 400 estudantes da rede pública estadual e municipal de Pedro II, durante 5 meses.
Coordenado pelo professor Willame Rodrigues, o projeto desenvolve ações educativas com o objetivo de difundir o conhecimento e conscientizar os estudantes sobre o papel vital das abelhas sem ferrão na polinização e na manutenção da biodiversidade local, sua importância na conservação destas abelhas, existentes na região.
O projeto foi realizado em 5 escolas, localizados nas zonas urbanas da cidade, tendo como público-alvo estudantes da educação básica, a partir do 6° ano do Ensino Fundamental até 1° ano de ensino médio.
Foram realizadas atividades práticas e teóricas que permitiram aos alunos entenderem o ciclo de vida das abelhas, suas interações com outras espécies, polinização e a importância de sua conservação para os biomas.
“Os resultados do projeto foram extremamente positivos, e os alunos relataram um aumento significativo em seu conhecimento e conscientização sobre a importância das abelhas nativas e do meio ambiente em geral. Muitos alunos não sabiam da existência destas espécies de abelhas. Tiúba, Uruçu-amarela, Jataí e Canudo foram apenas algumas espécies levadas em caixas didáticas para as escolas, para que os estudantes pudessem conhecer a sua anatomia e comportamento em sociedade das melíponas”, disse Willame Rodrigues.
Segundo o professor, as ações desse projeto de extensão, possibilitarão uma tomada de consciência perante a preservação das abelhas nativas, garantindo uma visão positiva a favor da importância e da existência desses insetos para o meio ambiente.
“Além disso, é importante ressaltar que o uso das abelhas nativas neste projeto de educação ambiental, também representa um resgate das tradições dos nossos ancestrais, que há séculos criavam essas abelhas como fonte de alimento e medicamentos. Com a expansão da agricultura e o uso de agrotóxicos, muitas dessas espécies foram sendo substituídas por abelhas africanizadas, que são mais produtivas e comercial”, explicou.




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